Carregando...

Qual a melhor JVM? Você sabia que existem JVMs diferentes?

Java, Kotlin, Groovy, Clojure, Scala, JRuby, Jython… todas essas linguagens de programação precisam de uma JVM para poder funcionar. Por isso estudar mais sobre a JVM é importante. A maioria das pessoas falam da JVM como se fosse um software único, sem versões ou mudanças, que está lá estática no momento que instalamos o JRE ou o JDK em uma máquina. O que nem todo mundo sabe é que existem várias implementações diferentes da JVM, e junto com elas performance Continuação…

Como criar uma classe genérica para lidar com ResultSets em Java e Kotlin?

O ruim dos ResultSets do JDBC em Java, Kotlin, Groovy, etc é que você precisa fazer o parse manual de cada consulta. Para deixar isso genérico você pode: Em Kotlin Usando um Hikari Data Source Função em Kotlin para obter um List<Map<String, Any?>> Função em Kotlin para obter um Map<Int, Map<String, Any?>> Referências Jeito eficiente de lidar com ResultSet em Javahttps://stackoverflow.com/questions/7507121/efficient-way-to-handle-resultset-in-java

Testando PfSense com VirtualBox

A melhor e mais versátil forma de testar o PfSense e suas diversas configurações de rede é através do VirtualBox. Baixe a última versão do PfSense em formato ISO e instale-o em uma máquina virtual do VirtualBox. Após instalar, gosto muito de deixar esta máquina virtual recém criada sem nenhuma configuração, virgem. Ela será a máquina virtual padrão, que usaremos como base para criar rapidamente outras máquinas virtuais. Você pode clonar máquinas virtuais de duas formas: clone completo e clone Continuação…

Comparando Registros do Windows

Imagine que após instalar um programa você queria descobrir quais registros aquele programa criou no seu Windows. Isso é muito útil para resetar seriais ou apagar resquícios de programas que emboram tenham sido desinstalados, ainda guardam configurações no seu PC. Um dos programas que permite comparar registros é este:https://www.nirsoft.net/utils/registry_changes_view.html Em breve escreverei um passo-a-passo de como usá-lo.

DNF no Fedora/CentOS/RHEL

Listando grupos de pacotes Descobrindo quais pacotes são instalados em um grupo Instalando um grupo de pacote Referências Grupos ocultos no repositório DNF do Fedorahttps://bluehatrecord.wordpress.com/2015/10/06/the-hidden-dnf-groups-of-the-fedora-repositories/

Criando usuários manualmente no PfSense

Tentei criar usuários pelo linha de comando do FreeBSD mas ele não se refletiu na GUI do PfSense. O usuário criado não aparecia na lista de usuários do PfSense. A alternativa que restou é usar o arquivo backup de configuração do PfSense e alterar o XML. Faça um backup da “Backup Area” “System”. No arquivo gerado teremos todos os usuários do PfSense.

LXC – Conteiners no Linux

O LXC é praticamente uma forma mais leve de rodar máquinas virtuais em Linux. O Docker originalmente foi baseado no LXC, mas O LXC é um conjunto de APIs que permite criar e gerenciar conteineres Linux. O LXD é mais fácil de se usar, com uma interface mais amigável. Ele usa o LXC por baixo dos panos. Instalando o LXD Criando o grupo lxd e adicionando o usuário atual à ele Encerre a sessão (faça logout) e faça login novamente Continuação…

Linguagem de Programação Lua

O melhor jeito de instalar o Lua no Linux é usando o gerenciador de pacotes luarocks. Com ele você pode instalar versões diferentes do Lua e instalar bibliotecas. IDEs para Lua ZeroBrane Studio O ZeroBrane Studio é a IDE padrão usada para programar em Lua. Esta IDE é feita em Lua e possui debugger. Instale-a neste link: https://studio.zerobrane.com/download?not-this-time Visual Studio Code O Visual Studio Code é outra boa IDE para programar em Lua, entretanto não consegui o debugger funcionar. Baixe Continuação…

VIEWS no PostgreSQL

As VIEWs são basicamente uma forma de armazenar um SELECT dentro do banco de dados, dando a ele um nome e permitindo que ele seja acessado e consultado como se fosse uma tabela a partir do seu nome. Imagine que temos a seguinte tabela: E inserimos nela vários dados: Queremos criar uma VIEW em que tenhamos apenas partition = 2 Assim podemos chamar teste_2 como se fosse uma tabela Ao darmos EXPLAIN ANALYZE nessa consulta, percebemos que o índice é Continuação…